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Coopercica Informa:

A empresa Marfrig é nossa fornecedora de carne bovina “in natura”. Estes produtos são recebidos diretamente do Frigorífico de Bataguassu no Estado de Mato Grosso do Sul.

A Coopercica tem na sua estrutura o departamento de Segurança Alimentar, que audita o processo de produção dos seus fornecedores na introdução dos mesmos, além de acompanhar o recebimento, armazenagem e o processamento de todos os produtos adquiridos.

Sendo assim, está a disposição de seus Clientes Cooperados para visita nos seus bastidores e eventual acompanhamento do processo.

Para melhor esclarecimento, não trabalhamos com o produto charque Marfrig, somente carne “in natura” e em relação ao episódio noticiado de carne charque no entreposto do município de Itupeva, segue abaixo as considerações do Frigorífico Marfrig:

“A Companhia vem a público informar que o lote de carne vencida encontrada em sua unidade em Itupeva/SP estava armazenado para descarte e de forma alguma seria enviado para consumo. O produto estava segregado em área própria, com autorização e conhecimento do Serviço de Inspeção Federal (SIF), que é o órgão responsável pela gestão sanitária e qualidade do produto.

Na data de ontem, a pedido da própria Empresa, a Polícia Civil visitou a unidade para realizar vistoria de rotina relacionada ao uso de produtos controlados, portanto, o comparecimento da autoridade não foi fruto de qualquer problema relacionado ao produto do descarte.

O procedimento de segregação e descarte de produtos vencidos, obviamente, é comum na indústria alimentícia e segue protocolos sanitários rígidos, que estavam sendo obedecidos pela Companhia.

Não existe qualquer ilegalidade na conduta da Empresa, pelo contrário, à medida que os produtos estavam em área externa de descarte apartada do estoque de produtos destinados ao consumo e que lá estavam sob pleno controle do Ministério da Agricultura e autorizados pelo SIF, fica claro que o tratamento adotado foi plenamente correto.

A Companhia lembra ainda que uma das unidades da empresa está submetida a um fiscal sanitário federal, sem vínculo com a Empresa e indicado pelo Ministério da Agricultura. É esta autoridade que tem o poder de liberar ou não produtos para o consumo. Sem a referida autorização, o produto não pode circular e ser comercializado. Portanto, não havia a menor possibilidade daqueles produtos serem interpretados como produtos destinados ao consumo, uma vez que eles não tinham a referida autorização do SIF.

Neste sentido, a Companhia lamenta a atuação da autoridade Policial Civil, que em uma visita de rotina interpretou os fatos de forma equivocada e informa que está avaliando a adoção de medidas judiciais e extra-judiciais para fazer valer os seus direitos.

A Companhia reforça o compromisso com seus clientes e consumidores de sempre prover produtos da mais alta qualidade, obedecendo integralmente as normas de controle sanitário”.